Em
1939, uma pequena sociedade entre irmãos deu origem
a estes
trabalhos que temos a honra de zelar com a mais profunda dedicação.
Nossos
pais, hábeis artesãos, iniciaram esta Cutelaria com o firme
propósito
de consolidá-la
como a melhor
Selaria
Artesanal do Brasil!
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É
com esta filosofia de trabalho
que
conduzimos nossas tarefas
no
atendimento personalizado
e a
total dedicação no
desenvolvimento
dos nossos produtos e serviços.
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Nosso
pai, Celso Bueno.
No segundo
plano, nosso avô, Miguel, observando os primeiros passos da récem
fundada
Selaria
Bueno
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Brazão
das Armas
do Município
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Queluz
SP
Tradição
& Modernidade
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Logotipo
usado
no site
da cidade
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Largo
da Matriz - Praça Francisco das Chagas Lima
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Matriz
de São João Baptista

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Queluz
originou-se com uma aldeia de Índios Purís, no ano de 1800,
trazidos por um índio ancião, que se distinguia dos demais,
por sua sagacidade e firmeza nas deliberações.
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Chamava-se Vuitir
e os paisanos o apelidaram de Mongo.
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O Mongo (Vuitir)
foi o único que depois de trazer todos se retirou, retornando depois
de muito tempo à aldeia, da qual fugiu, por descontentamento, não
se sabendo mais notícias dele.
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A
aldeia nasceu em torno de uma Capela construída pelos índios
e escravos, sob o comando do catequista Pe. Francisco das Chagas Lima e
pelo Diretor local Januário Nunes da Silva.
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Em 04 de março
de l842 surgiu a Vila de São João de Queluz, que com
este título e foros de simples Vila viveu até 10 de março
de 1876. Nessa data, uma lei, que recebeu o nº 15, elevou-a a categoria
de cidade, que até hoje conserva. No ano anterior, 1875, a lei nº
29, de 17 de abril, criou a comarca de Queluz. Seu Padroeiro é
São
João Batista.
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A cana, o milho
e café e a pecuária foram as fontes da economia local. Espalharam-se
pelos campos as fazendas, que o braço africano escravo fez prosperarem,
cujas sedes ainda existem: Fazenda do Sertão, São José,
Restauração, Bella Aurora, Regato, Cascata e outras.
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