A Pedra da Mina, na Serra da Mantiqueira, ao fundo, os contra-fortes da Serra da Bocaina
Os Irmãos Carmem Silvia e Silvio José Bueno
Em 1939, uma pequena sociedade entre irmãos deu origem
a estes trabalhos que temos a honra de zelar com a mais profunda dedicação.
 Nossos pais, hábeis artesãos, iniciaram esta Cutelaria com o firme propósito
de consolidá-la como a melhor
Selaria Artesanal do Brasil!

Carmem Silvia Bueno

 

É com esta filosofia de trabalho
que conduzimos nossas tarefas
no  atendimento personalizado
e a  total  dedicação no
desenvolvimento dos nossos produtos e serviços.

Silvio José  e Carmem Silvia Bueno


Nosso pai, Celso Bueno.
No segundo plano, nosso avô, Miguel, observando os primeiros passos da récem fundada
Selaria Bueno

Brazão das Armas do Município
Brazão das Armas
do Município


Queluz
SP

Tradição & Modernidade


Logotipo usado no site da cidade
Logotipo usado
no site da cidade
www.queluz.sp.gov.br
Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima
Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima Praça Francisco das Chagas Lima
Largo da Matriz - Praça Francisco das Chagas Lima

Matriz de São João Baptista

Matriz de São João Baptista

Aspectos da cidade de Queluz, SP
Queluz originou-se com uma aldeia de Índios Purís, no ano de 1800, trazidos por um índio ancião, que se distinguia dos demais, por sua sagacidade e firmeza nas deliberações.
Chamava-se Vuitir e os paisanos o apelidaram de Mongo.
O Mongo (Vuitir) foi o único que depois de trazer todos se retirou, retornando depois de muito tempo à aldeia, da qual fugiu, por descontentamento, não se sabendo mais notícias dele.
A aldeia nasceu em torno de uma Capela construída pelos índios e escravos, sob o comando do catequista Pe. Francisco das Chagas Lima e pelo Diretor local Januário Nunes da Silva.
Em 04 de março de l842 surgiu a Vila de São João de Queluz, que com este título e foros de simples Vila viveu até 10 de março de 1876. Nessa data, uma lei, que recebeu o nº 15, elevou-a a categoria de cidade, que até hoje conserva. No ano anterior, 1875, a lei nº 29, de 17 de abril, criou a comarca de Queluz. Seu Padroeiro é São João Batista.
A cana, o milho e café e a pecuária foram as fontes da economia local. Espalharam-se pelos campos as fazendas, que o braço africano escravo fez prosperarem, cujas sedes ainda existem: Fazenda do Sertão, São José, Restauração, Bella Aurora, Regato, Cascata e outras.

Sr. Celso BuenoSr. Miguel